A Secretaria do Patrimônio da União (SPU) iniciou estudos para demolir a Ponte do Esqueleto, onde a jovem Maria Eduarda Rodrigues morreu ao ser arremessada sem corda de segurança durante a prática de rope jumping. A decisão atende a solicitação de prefeituras locais, que alegam não ter condições de vigiar e impedir o uso do espaço para esportes radicais. A estrutura abandonada pode ser destruída após análises técnica e legal.
Estudos para demolição
A SPU avalia a forma de destruir a estrutura abandonada. Antes da demolição, a ponte será interditada com a instalação de estruturas sólidas, mais difíceis de remover e que desestimulam aventureiros e praticantes de esportes radicais. A implosão é um processo que pode exigir licitação e licenças ambientais, conforme informou a SPU. A fonte não detalhou prazos ou custos envolvidos.
Morte de jovem
Maria Eduarda Rodrigues morreu ao ser arremessada sem a corda de segurança para a prática de rope jumping na Ponte do Esqueleto. O caso gerou comoção e levou as prefeituras locais a solicitar intervenção do governo federal. A SPU atendeu à solicitação e iniciou os estudos para a demolição. A fonte não informou se há investigações em andamento sobre o acidente.
Interdição e medidas
Antes da demolição, a ponte será interditada com a instalação de estruturas sólidas, mais difíceis de remover e que desestimulam aventureiros e praticantes de esportes radicais. A medida visa evitar novas tragédias enquanto o processo de demolição não é concluído. A SPU não detalhou o cronograma das obras de interdição.
Processo de implosão
A implosão é um processo que pode exigir licitação e licenças ambientais, de acordo com a SPU. A demolição depende de estudos técnicos e do cumprimento de requisitos legais. A fonte não especificou se há recursos orçamentários previstos para a operação. A expectativa é que a estrutura seja removida para eliminar os riscos associados ao uso indevido do local.











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