A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) divulgou um estudo que constata a propagação das emendas impositivas nos municípios brasileiros. A pesquisa revela que quase metade das prefeituras possuem emendas impositivas de vereadores, indicando uma tendência de adoção desse mecanismo orçamentário. No entanto, 44% dos gestores que responderam à pesquisa relataram que as emendas impositivas não são suportadas adequadamente, o que levanta questionamentos sobre sua implementação.
Quase metade das prefeituras adotam o mecanismo
O levantamento da CNM mostra que as emendas impositivas, instrumento que obriga o Executivo a executar parte do orçamento indicado pelo Legislativo, já estão presentes em uma parcela significativa dos municípios. Quase metade das prefeituras informaram contar com esse tipo de emenda, o que demonstra uma disseminação acelerada. A fonte não detalhou a distribuição regional ou porte dos municípios, mas o dado reforça a relevância do tema para a gestão pública local.
Desafios apontados pelos gestores municipais
Entre os gestores que participaram da pesquisa, 44% relataram que as emendas impositivas não são suportadas, ou seja, encontram dificuldades operacionais ou financeiras para executá-las. Esse percentual indica que, apesar da propagação, a implementação enfrenta obstáculos. A CNM não especificou quais seriam as principais barreiras, mas o dado sugere a necessidade de maior planejamento e suporte técnico. A constatação da propagação das emendas impositivas nos municípios, aliada à falta de suporte, aponta para um cenário que merece atenção dos gestores públicos.











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