Defesa da Lei Rouanet na Rio2C
A ministra da Cultura, Margareth Menezes, defendeu a Lei Rouanet durante sua participação em um painel sobre cultura e economia criativa na Rio2C, nesta quinta-feira, 28. Ela afirmou que o mecanismo de incentivo cultural está entre os mais sofisticados do mundo. A fala ocorre em meio à polêmica envolvendo o filme biográfico de Jair Bolsonaro, intitulado Dark Horse, que não utilizou recursos da Lei Rouanet.
Margareth Menezes falou sobre o retorno do mercado durante o painel. Ela destacou que o governo trabalha para fortalecer a política de incentivo e ampliar o entendimento da cultura como indústria estratégica para o desenvolvimento econômico do país. A ministra também rebateu críticas recorrentes ao mecanismo e destacou dados de uma pesquisa encomendada pelo Ministério da Cultura à Fundação Getulio Vargas sobre os impactos econômicos da lei.
Lei Rouanet como ferramenta sofisticada
Segundo a ministra, a Lei Rouanet é uma das ferramentas mais sofisticadas de incentivo à cultura que existem. Ela afirmou: ‘Não sou eu quem está dizendo; são outros países que também possuem mecanismos semelhantes’. A declaração reforça a posição do governo de que a lei é um modelo reconhecido internacionalmente.
Margareth Menezes também declarou: ‘Nossa política busca fortalecer a capitalização cultural e artística das cidades, porque isso também significa injetar dinheiro na economia local e nos territórios’. A remodelagem da política de incentivo à cultura faz parte desse esforço, segundo a ministra.
Polêmica do filme sobre Bolsonaro
A discussão sobre a Lei Rouanet acontece em meio aos últimos fatos revelados sobre o longa-metragem biográfico de Jair Bolsonaro, intitulado Dark Horse. O filme não utilizou recursos da Lei Rouanet; a produção optou por captação de recursos inteiramente privados, com financiamento viabilizado por meio de investidores privados, com destaque para o aporte financeiro do empresário Daniel Vorcaro.
O assunto do filme não foi tratado diretamente pela ministra em sua palestra. No entanto, a polêmica em torno da produção trouxe novamente o debate sobre o financiamento cultural no país. A ministra, por sua vez, focou em defender a importância da Lei Rouanet para o desenvolvimento econômico e cultural.
Impacto econômico da cultura
Margareth Menezes enfatizou que o governo trabalha para fortalecer a política de incentivo e ampliar o entendimento da cultura como indústria estratégica. Ela citou dados de uma pesquisa encomendada pelo Ministério da Cultura à Fundação Getulio Vargas, que demonstram os impactos econômicos positivos da Lei Rouanet. A ministra não detalhou os números da pesquisa, mas destacou que eles reforçam a importância do mecanismo.
A coluna GENTE também está no Instagram, mas a ministra não fez referência a isso durante sua fala. A participação de Margareth Menezes na Rio2C reforça o compromisso do governo em defender e aprimorar a Lei Rouanet como ferramenta de incentivo à cultura e ao desenvolvimento econômico.









Deixe um comentário