O fim da escala de trabalho 6×1 pode representar um custo de até R$ 811 milhões para os municípios do Rio Grande do Norte, segundo estudo da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). A informação foi publicada pela Tribuna do Norte em 09 de maio de 2026, às 17h00.
Impacto financeiro nos municípios potiguares
O estudo da CNM analisou o impacto da redução da jornada de trabalho no país. No Rio Grande do Norte, o custo financeiro para os municípios é o mais alto entre os estados, conforme o levantamento. O valor de R$ 811 milhões considera despesas adicionais com contratações, adequação de escalas e possíveis indenizações.
A Confederação Nacional dos Municípios alerta que a medida pode sobrecarregar as finanças municipais, especialmente em cidades de menor porte. A fonte não detalhou o período considerado para o cálculo nem a metodologia exata utilizada.
Repercussão e próximos passos
A publicação da Tribuna do Norte trouxe à tona o debate sobre os custos operacionais da mudança. Gestores públicos municipais devem avaliar o impacto em suas folhas de pagamento e planejar ajustes orçamentários. A CNM recomenda que os municípios busquem alternativas para mitigar os efeitos financeiros.
Até o momento, não há informações oficiais sobre propostas legislativas em tramitação que tratem especificamente do fim da escala 6×1 no Rio Grande do Norte. A fonte não detalhou as medidas que os municípios podem adotar para lidar com o custo estimado.









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