Apesar da proibição da Prefeitura de São Paulo, empresas continuam oferecendo rapel e saltos no Viaduto Sumaré. A estrutura, com cerca de 27 metros de altura, é usada para atividades de rope jump e rapel, contrariando a legislação municipal.
Proibição e legislação
Esportes radicais em áreas públicas da capital dependem de autorização municipal. A prática deve seguir a Lei nº 14.139/2006 e o Decreto nº 51.296/2010. A Prefeitura de São Paulo reforça que a atividade no viaduto não é permitida, exigindo o cumprimento das regras.
Empresa não se manifesta
Uma empresa que oferece o serviço não respondeu às tentativas de contato do Metrópoles. No Instagram, a agenda indicava um programa de rope jump previsto para 5 de julho na ponte. O serviço custa a partir de R$ 89,99.
Tragédia recente em Limeira
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, morreu no sábado (13/6) durante a prática de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP). Ela foi jogada sem cordas da estrutura. Em vídeo, instrutores a levam até a plataforma e a arremessam sem o equipamento de segurança.
Detalhes da queda
A jovem caiu de aproximadamente 27 metros (outra versão indica 40 metros) e sofreu politraumatismo. Não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O velório ocorreu no domingo (14/6) em Jandira (SP), acompanhado por amigos e familiares.
Indiciamentos após a tragédia
A Polícia Civil de São Paulo indiciou três pessoas por homicídio com dolo eventual: Maicon Fernandes Cintra (42 anos), Luis Felipe Feliciano Egoroff (32) e Vitor de Freitas Gonçalves (27). A prisão em flagrante foi convertida em preventiva após audiência de custódia.















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